sexta-feira, 7 de junho de 2013

Salto alto: mulheres sentem dor após uma hora de uso e 90% sofrem de condições de saúde relacionadas

salto alto

Qualquer um que já usou salto alto vai se surpreender que demora tanto tempo: segundo uma nova pesquisa, sapatos altos começam a doer após uma hora, seis minutos e 48 segundos de uso.

Pior: para delicadas 20% das mulheres, sapatos altos começam a machucar depois de apenas dez minutos.

Essas estatísticas vêm da College of Podiatry, uma sociedade de podólogos e pedicuros do Reino Unido que entrevistou 2.000 homens e mulheres e 60 profissionais britânicos.

Mais de um terço dos entrevistados disseram que seus pés já tinham doído tanto em uma noite que eles dançaram e caminharam para casa descalços. salto alto1

O podólogo Mike O’Neill advertiu que apertar os pés em sapatos pode causar danos alongo prazo, incluindo artrite, fraturas por estresse e nervos presos, condições que podem até mesmo exigir cirurgia ou injeções de esteroides. 

“Não há absolutamente nenhuma dúvida: as mulheres que usam saltos altos estão se colocando em risco de danos permanentes em nome da moda. Dada uma escolha entre um elegante par de sapatos ou pés agradáveis, muitas escolhem os sapatos”, argumenta O’Neill.

Segundo ele, quanto maior o salto, mais eles inclinam o corpo para frente e mais você tem que se inclinar para trás para compensar. Isso pode colocar a sua pélvis fora de alinhamento e causar compressão da coluna vertebral.

“O salto alto aperta o pé para a frente, o que espreme os dedos juntos e pode causar unhas encravadas, áreas ásperas na pele, manchas e calos. E como os dedos são esmagados, a umidade fica presa, causando pés encharcados, o que é um terreno fértil para micose”, acrescenta.

Além de todos esses problemas, o salto pode fazer com que até mesmo usar sapatos baixos doa.

“Usar saltos altos encurta o tendão de Aquiles drasticamente, o que provoca dores incríveis quando você tenta usar sapatos rasteiros. Qualquer sapato com um salto maior do que 5 centímetros é uma preocupação. Se as mulheres querem altura extra, seria melhor usar plataformas”, conta O’Neill.

Dados reveladores

De acordo com o estudo, uma em cada quatro mulheres já dançou descalça em um clube ou bar depois de não aguentar a dor por mais tempo. Um terço já tirou os sapatos e andou descalça para casa por causa do desconforto.

O estudo também descobriu que enquanto as mulheres geralmente possuem 17 pares de sapatos, homens possuem apenas oito. Somente 12% dos homens admitiram passar dor por causa de sapatos elegantes, mas desconfortáveis.

Duas vezes mais mulheres do que os homens relataram sofrer de calos, calcanhares rachados e joanetes.

salto Os 10 principais problemas de pé enfrentados pelas mulheres são:

Bolhas (55%)

Calcanhares rachados (45%)

Verrugas (28%)

Calos (24%)

Unhas encravadas (20%)

Micose (20%)

Joanetes (13%)

Problemas de articulação (11%)

Odor excessivo (9%)

Artrite (9%)

Problemas musculares (8%)

No entanto, apesar desses e todos os outros problemas que elas podem ter, 20% das mulheres se recusam a buscar ajuda médica, porque acreditam que sua queixa de dor no pé não é importante.

Finalmente, os resultados mostram que as mulheres mais jovens são as que mais se “torturam”. Quanto mais jovem a mulher, maiores são seus saltos. Cerca de 20% das pessoas com idades entre 18 e 24 anos possuem um par de saltos de 15 centímetros, comparado a 10% das pessoas com idades entre 25 a 34 anos e apenas 3% das com 35 a 44 anos de idade.[DailyMail]


Fonte: Natasha Romanzoti em http://hypescience.com/salto-alto-mulheres-sentem-dor-apos-uma-hora-de-uso-e-90-sofrem-de-condicoes-de-saude-relacionadas/


http://ditadosereflexoes.blogspot.com.br/2013/06/salto-alto-mulheres-sentem-dor-apos-uma.html

sábado, 1 de junho de 2013

Brasil fica em penúltimo em ranking de educação

 

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Foto: (Tomasz Trojanowski/Fotolia)

Segundo pesquisa, Brasil fica em penúltimo lugar em ranking mundial de educação.

Brasil ficou em penúltimo lugar no ranking mundial de educação realizado pela Economist Intelligence Unit (EIU) e publicado pela Pearson.

Dentre os 39 países e a região de Hong Kong estudados, o Brasil ficou somente na frente da Indonésia. O país que atingiu o topo do ranking foi a Finlândia, seguido da Coreia do Sul e de Hong Kong, na China.

O índice global faz parte de um programa de análise quantitativa e qualitativa chamado The Learning Curve (Curva de aprendizado), relatório de 2012. Para o ranqueamento, duas variáveis foram usadas: habilidades cognitivas e níveis de escolaridade.

As habilidades cognitivas englobam leitura, matemática e ciência. São analisadas mediante diversos meios como o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), Tendências Internacionais do Estudo de Matemática de Ciência (TIMSS), e Progresso Internacional do Estudo da Literatura (PIRLS).

Os níveis de escolaridade são analisados mediante taxas de alfabetização e pós-graduação.

A entidade aponta para a importância da autonomia de cada escola. “Os sistemas de ensino são locais, assim também são os seus problemas e soluções”, disse o professor Eric Hanuchek, da universidade de Standford, sobre a pesquisa. O professor afirma que cada país tem seu próprio sistema, e que é difícil pegar uma especificidade e aplicá-la em outro lugar qualquer. Segundo a organização, “existem diversos caminhos para o sucesso”.

No entanto, o presidente do programa, Dr. Chester Finn, do Thomas Fordham Institute, analisa os sistemas educacionais de alto desempenho e dá uma visão universal dos fatores que geram resultados positivos. Ele diz que as semelhanças estão na competência dos professores, na solidez do currículo e em uma cultura que apoia o espírito educativo, segundo a Pearson.

Assim, os assuntos locais têm grande contribuição, mas as características universais são de elevada importância.

O relatório faz um apelo para que mais pesquisas ligadas à educação mundial sejam realizadas. As informações básicas podem ser obtidas mediante análise de testes padronizados que incorporam uma ampla gama de habilidades, e outros meios capazes de comparar os diferentes sistemas educacionais dos vários países.

A dificuldade, no entanto, encontra-se na maneira de avaliar a influência de cada cultura na educação de cada país. “A educação continua a ser uma arte, e muito do que gera qualidade é difícil de quantificar”, afirma a pesquisa.

Veja a pesquisa aqui: http://thelearningcurve.pearson.com/index/index-ranking/overall-score-lowest


Autor: Joana Ferreira (http://www.epochtimes.com.br/brasil-fica-em-penultimo-em-ranking-de-educacao/)

http://nacaofederalista.blogspot.com.br/2013/06/brasil-fica-em-penultimo-em-ranking-de.html

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Como surgiu a nomeação política?

Rei e o burro Era uma vez um rei que queria ir pescar.

Ele chamou o seu Ministro Meteorologista e pediu-lhe a previsão do estado do tempo para as próximas horas.
Este assegurou-lhe que não iria chover.

No caminho, ele encontrou um camponês montando seu burro que, ao ver rei, disse:

- "Majestade, é melhor regressar ao palácio porque que vai chover muito."

É claro que o rei ficou pensativo:

- "Eu tenho um Ministro Meteorologista muito bem pago que me disse o contrário. Vou seguir em frente."

E assim fez ... e, claro, choveu torrencialmente, a pescaria ficou estragada e o rei encharcado e resfriado.

Furioso voltou para o palácio e despediu o Ministro.

Ele convocou o camponês e ofereceu-lhe o cargo, mas este, sincero (não era político), disse-lhe:

- "Senhor, eu não entendo nada disso, mas se as orelhas do meu burro estão caídas, significa que vai chover."

O rei então usou a lógica e nomeou o burro.

Assim começou o costume de nomear burros que, desde então, têm as posições mais bem pagas nos governos.


http://politicaempontagrossa.blogspot.com.br/2013/05/como-surgiu-nomeacao-politica.html

sexta-feira, 24 de maio de 2013

SEXALECENTES

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Se estivermos atentos, podemos notar que está surgindo uma nova faixa social, a das pessoas que estão em torno dos sessenta/setenta anos de idade, os sexalescentes- é a geração que rejeita a palavra "sexagenário", porque simplesmente não está nos seus planos deixar-se envelhecer.

Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica - parecida com a que, em meados do século XX, se deu com a consciência da idade da adolescência, que deu identidade a uma massa jovens oprimidos em corpos desenvolvidos, que até então não sabiam onde meter-se nem como vestir-se.

Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta/setenta, teve uma vida razoavelmente satisfatória.
São homens e mulheres independentes, que trabalham há muitos anos e que conseguiram mudar o significado tétrico que tantos autores deram, durante décadas, ao conceito de trabalho. Que procuraram e encontraram há muito a atividade de que mais gostavam e que com ela ganharam a vida.

Talvez seja por isso que se sentem realizados... Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que já se aposentaram gozam plenamente cada dia sem medo do ócio ou solidão. Desfrutam a situação, porque depois de anos de trabalho, criação dos filhos, preocupações, fracassos e sucessos, sabe bem olhar para o mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um pássaro da janela de um 5.º andar.

Neste universo de pessoas saudáveis, curiosas e ativas, a mulher tem um papel destacado. Traz décadas de experiência de fazer a sua vontade, quando as suas mães só podiam obedecer, e de ocupar lugares na sociedade que as suas mães nem tinham sonhado ocupar.

Esta mulher sexalescente sobreviveu à bebedeira de poder que lhe deu o feminismo dos anos 60. Naqueles momentos da sua juventude em que eram tantas as mudanças, parou e refletiu sobre o que na realidade queria.

Algumas optaram por viver sozinhas, outras fizeram carreiras que sempre tinham sido exclusivamente para homens, outras escolheram ter filhos, outras não, foram jornalistas, atletas, juízas, médicas, diplomatas. Mas cada uma fez o que quis : reconheçamos que não foi fácil, e no entanto continuam a fazê-lo todos os dias.

Algumas coisas podem dar-se por adquiridas.

Por exemplo, não são pessoas que estejam paradas no tempo: a geração dos "sessenta/setenta", homens e mulheres, lida com o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que estão longe e até se esquecem do velho telefone para contatar os amigos - mandam e-mails com as suas notícias, idéias e vivências.
De uma maneira geral estão satisfeitos com o seu estado civil e quando não estão, não se conformam e procuram mudá-lo. Raramente se desfazem em prantos senti mentais.

Ao contrário dos jovens, os sexalescentes conhecem e pesam todos os riscos. Ninguém se põe a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota, e parte para outra.

Os homens não invejam a aparência das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um terno Armani, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de um modelo. Em vez disso, conhecem a importância de um olhar cúmplice, de uma frase inteligente ou de um sorriso iluminado pela experiência.

Hoje, as pessoas na década dos sessenta/setenta, como tem sido seu costume ao longo da sua vida, estão estreando uma idade que não tem nome. Antes seriam velhos e agora já não o são. Hoje estão de boa saúde, física e mental, recordam a juventude mas sem nostalgias parvas, porque a juventude ela própria também está cheia de nostalgias e de problemas.

Celebram o sol em cada manhã e sorriem para si próprios...Talvez por alguma secreta razão que só sabem e saberão os que chegam aos 60/70 no século XXI!

Mirian Goldenberg


http://ditadosereflexoes.blogspot.com.br/2013/05/sexalecentes.html

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Francês que mora em BH faz lista com 65 impressões do Brasil

Olivier Teboul Frances no Brasil Um texto bem-humorado do francês Olivier Teboul, de 29, anos, virou febre nas redes sociais dos belo-horizontinos na manhã deste sábado .O engenheiro de computação, que trabalha no escritório do Google em BH há cerca de um ano e meio, coletou curiosidades sobre o jeito de ser dos brasileiros e registrou tudo em seu blog.

A lista se espalhou rapidamente pela internet e, apesar de controversa, já foi acessada por cerca de 15 mil pessoas e comentada por quase 500. Em entrevista ao jornal Estado de Minas, Olivier disse que o objetivo do texto não era ofender os brasileiros, e sim dizer sua percepção das diferenças entre a França e o Brasil.

Confira a lista de Olivier:

Aqui são umas das minhas observações, as vezes um pouco exageradas, sobre o Brasil. Nada serio.

1. Aqui no Brasil, tudo se organiza em fila: fila para pagar, fila para pedir, fila para entrar, fila para sair e fila para esperar a próxima fila. E duas pessoas ja bastam para constituir uma fila.

2. Aqui no Brasil, o ano começa “depois do Carnaval”.

3. Aqui no Brasil, não se pode tocar a comida com as mãos. No MacDonalds, hamburger se come dentro de um guardanapo. Toda mesa de bar, restaurante ou lanchonete tem um distribuidor de guardanapos e de palitos. Mas esses guardanapos são quase de plastico, nada de suave ou agradável. O objetivo não é de limpar suas mãos ou sua boca mas é de pegar a comida com as mãos sem deixar papel nem na comida nem nas mãos.

4. Aqui no Brasil todo é gay (ou ‘viado’). Beber chá: e gay. Pedir um coca zero: é gay. Jogar vólei: é gay. Beber vinho: é gay. Não gostar de futebol: é gay. Ser francês: é gay, ser gaúcho: gay, ser mineiro: gay. Prestar atenção em como se vestir: é gay. Não falar que algo e gay : também é gay.

5. Aqui no Brasil, os homens não sabem fazer nada das tarefas do dia a dia: não sabem faxinar, nem usar uma maquina de lavar. Não sabem cozinhar, nem a nível de sobrevivência: fazer arroz ou massa. Não podem concertar um botão de camisa. Também não sabem coisas que estão consideradas fora como extremamente masculinas como trocar uma roda de carro. Fui realmente criado em outro mundo…

6. Aqui no Brasil, sinais exterior de riqueza são muito comuns: carros importados, restaurantes caríssimos em bairros chiques, clubes seletivos cujos cotas atingem valores estratosféricas.

7. Aqui no Brasil, os casais sentam um do lado do outro nos bares e restaurantes como se eles estivessem dentro de um carro.

8. Aqui no Brasil, os homens se vestem mal em geral ou seja não ligam. Sapatos para correr se usam no dia a dia, sair de short, chinelos e camiseta qualquer e comum. Comum também é sair de roupas de esportes mas sem a intenção de praticar esporte. Se vestir bem também é meio gay.

9. Aqui no Brasil, o cliente não pede cerveja pro garção, o garção traz a cerveja de qualquer jeito.

10. Aqui no Brasil, todo mundo torce para um time, de perto ou de longe.

11. Aqui no Brasil, sempre tem um padre falando na televisão ou na radio.

12. Aqui no Brasil, a vida vai devagar. E normal estar preso no transito o dia todo. Mas não durma no semáforo não. Ai tem que ser rápido e sair ate antes do semáforo passar no verde. Não depende se tiver muitas pessoas atrás, nem se estiverem atrasados. Também é normal ficar 10 minutos na fila do supermercado embora que tenha só uma pessoa na sua frente. Ai demora para passar os artigos, e muitas vezes a pessoa da caixa tem que digitar os códigos de barra na mão ou pedir ajuda para outro funcionário para achar o preço de um artigo. Mas, na hora de retirar o cartão de credito, ai tem que ser rápido. Não é brincadeira, se não retirar o cartão na hora, a mesma moça da caixa que tomou 10 minutos para 10 artigos vai falar agressivamente para você agilizar: “pode retirar o cartão!”.

13. Aqui no Brasil, os chineses são japoneses.

14. Aqui no Brasil, a música faz parte da vida. Qualquer lugar tem musica ao vivo. Muitos brasileiros sabem tocar violão embora que não consideram que toquem se perguntar pra eles. Tem músicos talentosos, mas não tantos tocam as musicas deles. Bares estão cheios de bandas de cover.

15. Aqui no Brasil, a política não funciona só na dimensão esquerda – direita. Brasil é um pais de esquerda em vários aspectos e de direita em outros. Por exemplo, se pode perder seu emprego de um dia pra outro quase sem aviso. Tem uma diferencia enorme entre os pobres e os ricos. Ganhar vinte vezes o salario minimo é bastante comum, e ganhar o salario minimo ainda mais. As crianças de classe media ou alta estudam quase todos em escolas particulares, as igrejas tem um impacto muito importante sobre decisões politicas. E de outro lado, existe um sistema de saúde publico, o estado tem muitas empresas, tem muitos funcionários públicos, tem bastante ajuda para erradicar a pobreza em regiões menos desenvolvidas do país. O mesmo governo é uma mistura de política conservadora, liberal e socialista.

16. Aqui no Brasil, e comum de conhecer alguem, bater um papo, falar “a gente se vê, vamos combinar, ta?”, e nem trocar telefone.

17. Aqui no Brasil, a palavra “aparecer” em geral significa, “não aparecer”. Exemplo: “Vou aparecer mais tarde” significa na pratica “não vou não”.

18. Aqui no Brasil, o clima é muito bom. Tem bastante sol, não esta frio, todas as condicões estão reunidas para poder curtir atividades fora. Porem, os domingos, se quiser encontrar uma alma viva no meio da tarde, tem que ir pro shopping. As ruas estão as moscas, mas os shopping estão lotados. Shopping é a coisa mais sem graça do Brasil.

19. Aqui no Brasil, novela é mais importante do que cinema. Mas o cinema nacional é bom.

20. Aqui no Brasil, não falta espaço. Falam que o pais tem dimensões continentais. E é verdade, daria para caber a humanidade inteira no Brasil. Mas então se tiver tanto espaço, por que é que as garagens dos prédios são tão estreitos? Porque existe até o conceito de vaga presa?

21. Aqui no Brasil, comida salgada é muito salgada e comida dolce é muito doce. Ate comida é muita comida.

22. Aqui no Brasil, se produz o melhor café do mundo e em grandes quantidades. Uma pena que em geral se prepare muito mal e cheio de açúcar.

23. Aqui no Brasil, praias bonitas não faltam. Porem, a maioria dos brasileiros viajam todos para as mesmas praias, Búzios, Porto de Galinhas, Jericoacoara, etc.

24. Aqui no Brasil, futebol é quase religião e cada time uma capela.

25. Aqui no Brasil, as pessoas acham que dirigir mal, ter transito, obras com atraso, corrupção, burocracia, falta de educação, são conceitos especificamente brasileiros. Mas nunca fui num pais onde as pessoas dirigem bem, onde nunca tem transito, onde as obras terminam na data prevista, onde corrupção é só uma teoria, onde não tem papelada para tudo e onde tudo mundo é bem educado!

26. Aqui no Brasil, esporte é ou academia ou futebol. Uma pena que só o futebol seja olímpico.

27. Aqui no Brasil, existe três padrões de tomadas. Vai entender porque…

28. Aqui no Brasil, não se assuste se estiver convidado para uma festa de aniversário de dois anos de uma criança. Vai ter mais adultos do que crianças, e mais cerveja do que suco de laranja. Também não se assuste se parece mais com a coroação de um imperador romano do que como o aniversário de dois anos. E ‘normal’.

29. Aqui no Brasil, nõ tem o conceito de refeição com entrada, prato principal, queijo, e sobremesa separados. Em geral se faz um prato com tudo: verdura, carne, queijo, arroz e feijão. Dai sempre acaba comer uma mistura de todo.

30. Aqui no Brasil, o Deus esta muito presente… pelo menos na linguagem: ‘vai com o Deus’, ‘se Deus quiser’, ‘Deus me livre’, ‘ai meu Deus’, ‘graças a Deus’, ‘pelo amor de Deus’. Ainda bem que ele é Brasileiro.

31. Aqui no Brasil, cada vez que ouço a palavra ‘Blitz’, tenho a impressão que a Alemanha vai invadir de novo. Reminiscência da consciência coletiva francesa…

32. Aqui no Brasil, pais com muita ascendência italiana, tem uma lei que se chama ‘lei do silencio’. Que mau gosto! Parece que esqueceram que la na Itália, a lei do silencio (também chamada de “omerta”) se refere a uma pratica da mafia que se vinga das pessoas que denunciam suas atividades criminais.

33. Aqui no Brasil, se acha tudo tipo de nomes, e muitos nomes americanos abrasileirados: Gilson, Rickson, Denilson, Maicon, etc.

34. Aqui no Brasil, quando comprar tem que negociar.

35. Aqui no Brasil, os homens se abraçam muito. Mas não é só um abraço: se abraça, se toca os ombros, a barriga ou as costas. Mas nunca se beija. Isso também é gay.

36. Aqui no Brasil, o polegar erguido é sinal pra tudo : “Ta bom?”, “obrigado”, “desculpa”.

37. Aqui no Brasil, quando um filme passa na televisão, não passa uma vez só. Se perder pode ficar tranquilo que vai passar mais umas dez outras vezes nos próximos dias. Assim já vi “Hitch” umas quatro vezes sem querer assistir nenhuma.

38. Aqui no Brasil, tem um jeito estranho de falar coisas muito comuns. Por exemplo, quando encontrar uma pessoa, pode falar “bom dia”, mas também se fala “e ai?”. E ai o que? Parece uma frase abortada. Uma resposta correta e comum a “obrigado” e “imagina”. Imagina o que? Talvez eu quem falte de imaginação.

39. Aqui no Brasil, todo mundo gosta de pipoca e de cachorro quente. Não entendo.

40. Aqui no Brasil, quando você tem algo pra falar, é bom avisar que vai falar antes de falar. Assim, se ouvi muito: “vou te falar uma coisa”, “deixa te falar uma coisa”, “é o seguinte”, e até o meu preferido: “olha só pra você ver”. Obrigado por me avisar, já tinha esquecido para que tinha olhos.

41. Aqui no Brasil, as lojas, o negócios e os lugares sempre acham um jeito de se vender como o melhor. Já comi em em vários ‘melhor bufe da cidade’ na mesma cidade. Outro superativo de cara de pau é ‘o maior da América latina’. Não costa nada e ninguém vai ir conferir.

42. Aqui no Brasil, tem uma relação ambígua e assimétrica com a América latina. A cultura do resto da América latina não entra no Brasil, mas a cultura brasileira se exporta la. Poucos são os brasileiros que conhecem artistas argentinos ou colombianos, poucos são os brasileiros que vão de ferias na América latina (a não ser Buenos Aires ou o Machu Pichu), mas eles em geral visitaram mais países europeus do que eu. O Brasil as vezes parece uma ilha gigante na América latina, embora que tenha uma fronteira com quase todos os outros países do continente.

43. Aqui no Brasil, relacionamentos são codificados e cada etapa tem um rótulo: peguete, ficante, namorada, noiva, esposa, (ex-mulher…). Amor com rótulos.

44. Aqui no Brasil, a comida é: arroz, feijão e mais alguma coisa.

45. Aqui no Brasil, o povo é muito receptivo. E natural acolher alguem novo no seu grupo de amigos. Isso faz a maior diferencia do mundo. Obrigado brasileiros.

46. Aqui no Brasil, o brasileiros acreditam pouco no Brasil. As coisas não podem funcionar totalmente ou dar certo, porque aqui, é assim, é Brasil. Tem um sentimento geral de inferioridade que é gritante. Principalmente a respeito dos Estados Unidos. To esperando o dia quando o Brasil vai abrir seus olhos.

47. Aqui no Brasil, de vez em quando no vocabulário aparece uma palavra francesa. Por exemplo ‘petit gâteau’. Mas para ser entendido, tem que falar essas palavras com o sotaque local. Faz sentido mas não deixa de ser esquisito.

48. Aqui no Brasil, tem um organismo chamado o DETRAN. Nem quero falar disso não, não saberia por onde começar…

49. Aqui no Brasil, dentro dos carros, sempre tem uma sacola de tecido no alavanca de mudança pra colocar o lixo.

50. Aqui no Brasil, os brasileiros se escovam os dentes no escritório depois do almoço.

51. Aqui no Brasil, se limpa o chão com esse tipo de álcool que parece uma geleia.

52. Aqui no Brasil, a versão digital de ‘fazer fila’ e ‘digitar codigos’. No banco, pra tirar dinheiro tem dois códigos. No supermercado, o leitor de código de barra estando funcionando mal tem que digitar os códigos dos produtos. Mas os melhores são os boletos pra pagar na internet: uns 50 dígitos. Sempre tem que errar um pelo menos. Demora.

53. Aqui no Brasil, o sistema sempre ta “fora do ar”. Qualquer sistema, principalmente os terminais de pagamento de cartão de credito.

54. Aqui no Brasil, tem um lugar chamado cartório. Grande invenção para ser roubado direito e perder seu tempo durante horas para tarefas como certificar uma copia (que o funcionário nem vai olhar), o conferir que sua firma é sua firma.

55. Aqui no Brasil, parece que a profissão onde as pessoas são mais felizes é coletor de lixo. Eles estão sempre empolgados, correndo atrás do caminhão como se fosse um trilho do carnaval. Eles também são atletas. Tens a energia de correr, jogar as sacolas, gritar, e ainda falar com as mulheres passando na rua.

56. Aqui no Brasil, pode pedir a metade da pizza de um sabor e a metade de outro. Ideia simples e genial.

57. Aqui no Brasil, no tem agua quente nas casas. Dai tem aquele sistema muito esperto que é o chuveiro que aquece a agua. Só tem um porem. Ou tem agua quente ou tem um débito bom. Tem que escolher porque não da para ter os dois.

58. Aqui no Brasil, as pessoas saem da casa dos pais quando casam. Assim tem bastante pessoas de 30 anos ou mais morando com os pais.

59. Aqui no Brasil, tem três palavras para mandioca: mandioca, aipim e macaxeira. La na franca nem existe mandioca.

60. Aqui no Brasil, tem o numero de telefone tem um DDD e também um numero de operadora. Uma complicação a mais que pode virar a maior confusão.

61. Aqui no Brasil, quando encontrar com uma pessoa, se fala: “Beleza?” e a resposta pode ser “Jóia”. Traduzindo numa outra língua, parece que faz pouco sentido, ou parece um dialogo entre o Dalai-Lama e um discípulo dele. Por exemplo em inglês: “The beauty? – The joy”. Como se fosse um duelo filosófico de conceitos abstratos.

62. Aqui no Brasil, a torneira sempre pinga.

63. Aqui no Brasil, no taxi, nunca se paga o que esta escrito. Ou se aproxima pra cima ou pra baixo.

64. Aqui no Brasil, marcar um encontro as 20:00 significa as 21:00 ou depois. Principalmente se tiver muitas pessoas envolvidas.

65. Aqui em Belo Horizonte, e a menor cidade grande do mundo. 5 milhões de habitantes, mas todo mundo conhece todo mundo. Por isso que se fala que BH é um ovo. Eu diria que é um ovo frito. Assim fica mais mineiro.