quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Novidades da Fórmula 1

* Flavio Gomes, do site Grande Premio escreveu e eu repasso.

"A Ferrari escolheu Alonso como seu novo Schumacher. Já está tudo certo para que o anúncio oficial de sua contratação seja feito na manhã de quinta-feira em Suzuka, por volta das 22h da quarta no Brasil.


Alonso fechou um contrato de cinco anos, de 2010 a 2014, com opção para mais um. É mais ou menos o que o time de Maranello fez com Schumacher em meados da década de 90: uma aposta no longo prazo, que acabou se pagando com juros e correção monetária. O espanhol chega para encerrar a carreira em Maranello.


Fernandinho, assim, terá tempo para realizar o que teve dificuldades para fazer em seus últimos anos erráticos, 2007 na McLaren, 2008 e 2009 na combalida Renault. O contrato com a Ferrari foi acertado no fim do ano passado e ele só não vestiu vermelho já em 2009 porque os italianos não tiveram meios de rescindir ao menos um dos compromissos em vigor com seus pilotos titulares, Massa ou Raikkonen.


Agora, as coisas com Kimi foram acertadas. Talvez na quinta-feira mesmo a McLaren anuncie que ele voltará ao time, para formar uma fortíssima dupla com Lewis Hamilton — assim como forte e interessante será a dupla Alonso-Massa, se Felipe voltar a correr no alto nível que apresentou nas últimas temporadas.


O acerto de longo prazo com o asturiano, porém, pode ser recebido como uma má notícia para o brasileiro. Alonso chega para ganhar 25 milhões de euros por ano e trará gente de sua confiança para seu staff particular — engenheiros e técnicos com quem trabalhou na McLaren e na Renault e também gente da Red Bull que indicou à Ferrari. Ou seja: desembarca com status de primeiro piloto. A vida será dura para Massa. Porque, além de tudo, Alonso é muito bom, o melhor da atualidade.


Ah, a casa nas cercanias de Modena foi alugada alguns meses atrás. Alonso vai morar perto da fábrica."


Novidades da Fórmula 1

* Flavio Gomes, do site Grande Premio escreveu e eu repasso.

"A Ferrari escolheu Alonso como seu novo Schumacher. Já está tudo certo para que o anúncio oficial de sua contratação seja feito na manhã de quinta-feira em Suzuka, por volta das 22h da quarta no Brasil.


Alonso fechou um contrato de cinco anos, de 2010 a 2014, com opção para mais um. É mais ou menos o que o time de Maranello fez com Schumacher em meados da década de 90: uma aposta no longo prazo, que acabou se pagando com juros e correção monetária. O espanhol chega para encerrar a carreira em Maranello.


Fernandinho, assim, terá tempo para realizar o que teve dificuldades para fazer em seus últimos anos erráticos, 2007 na McLaren, 2008 e 2009 na combalida Renault. O contrato com a Ferrari foi acertado no fim do ano passado e ele só não vestiu vermelho já em 2009 porque os italianos não tiveram meios de rescindir ao menos um dos compromissos em vigor com seus pilotos titulares, Massa ou Raikkonen.


Agora, as coisas com Kimi foram acertadas. Talvez na quinta-feira mesmo a McLaren anuncie que ele voltará ao time, para formar uma fortíssima dupla com Lewis Hamilton — assim como forte e interessante será a dupla Alonso-Massa, se Felipe voltar a correr no alto nível que apresentou nas últimas temporadas.


O acerto de longo prazo com o asturiano, porém, pode ser recebido como uma má notícia para o brasileiro. Alonso chega para ganhar 25 milhões de euros por ano e trará gente de sua confiança para seu staff particular — engenheiros e técnicos com quem trabalhou na McLaren e na Renault e também gente da Red Bull que indicou à Ferrari. Ou seja: desembarca com status de primeiro piloto. A vida será dura para Massa. Porque, além de tudo, Alonso é muito bom, o melhor da atualidade.


Ah, a casa nas cercanias de Modena foi alugada alguns meses atrás. Alonso vai morar perto da fábrica."


Novidades da Fórmula 1

* Flavio Gomes, do site Grande Premio escreveu e eu repasso.

"A Ferrari escolheu Alonso como seu novo Schumacher. Já está tudo certo para que o anúncio oficial de sua contratação seja feito na manhã de quinta-feira em Suzuka, por volta das 22h da quarta no Brasil.


Alonso fechou um contrato de cinco anos, de 2010 a 2014, com opção para mais um. É mais ou menos o que o time de Maranello fez com Schumacher em meados da década de 90: uma aposta no longo prazo, que acabou se pagando com juros e correção monetária. O espanhol chega para encerrar a carreira em Maranello.


Fernandinho, assim, terá tempo para realizar o que teve dificuldades para fazer em seus últimos anos erráticos, 2007 na McLaren, 2008 e 2009 na combalida Renault. O contrato com a Ferrari foi acertado no fim do ano passado e ele só não vestiu vermelho já em 2009 porque os italianos não tiveram meios de rescindir ao menos um dos compromissos em vigor com seus pilotos titulares, Massa ou Raikkonen.


Agora, as coisas com Kimi foram acertadas. Talvez na quinta-feira mesmo a McLaren anuncie que ele voltará ao time, para formar uma fortíssima dupla com Lewis Hamilton — assim como forte e interessante será a dupla Alonso-Massa, se Felipe voltar a correr no alto nível que apresentou nas últimas temporadas.


O acerto de longo prazo com o asturiano, porém, pode ser recebido como uma má notícia para o brasileiro. Alonso chega para ganhar 25 milhões de euros por ano e trará gente de sua confiança para seu staff particular — engenheiros e técnicos com quem trabalhou na McLaren e na Renault e também gente da Red Bull que indicou à Ferrari. Ou seja: desembarca com status de primeiro piloto. A vida será dura para Massa. Porque, além de tudo, Alonso é muito bom, o melhor da atualidade.


Ah, a casa nas cercanias de Modena foi alugada alguns meses atrás. Alonso vai morar perto da fábrica."


Novidades da Fórmula 1

* Flavio Gomes, do site Grande Premio escreveu e eu repasso.

"A Ferrari escolheu Alonso como seu novo Schumacher. Já está tudo certo para que o anúncio oficial de sua contratação seja feito na manhã de quinta-feira em Suzuka, por volta das 22h da quarta no Brasil.


Alonso fechou um contrato de cinco anos, de 2010 a 2014, com opção para mais um. É mais ou menos o que o time de Maranello fez com Schumacher em meados da década de 90: uma aposta no longo prazo, que acabou se pagando com juros e correção monetária. O espanhol chega para encerrar a carreira em Maranello.


Fernandinho, assim, terá tempo para realizar o que teve dificuldades para fazer em seus últimos anos erráticos, 2007 na McLaren, 2008 e 2009 na combalida Renault. O contrato com a Ferrari foi acertado no fim do ano passado e ele só não vestiu vermelho já em 2009 porque os italianos não tiveram meios de rescindir ao menos um dos compromissos em vigor com seus pilotos titulares, Massa ou Raikkonen.


Agora, as coisas com Kimi foram acertadas. Talvez na quinta-feira mesmo a McLaren anuncie que ele voltará ao time, para formar uma fortíssima dupla com Lewis Hamilton — assim como forte e interessante será a dupla Alonso-Massa, se Felipe voltar a correr no alto nível que apresentou nas últimas temporadas.


O acerto de longo prazo com o asturiano, porém, pode ser recebido como uma má notícia para o brasileiro. Alonso chega para ganhar 25 milhões de euros por ano e trará gente de sua confiança para seu staff particular — engenheiros e técnicos com quem trabalhou na McLaren e na Renault e também gente da Red Bull que indicou à Ferrari. Ou seja: desembarca com status de primeiro piloto. A vida será dura para Massa. Porque, além de tudo, Alonso é muito bom, o melhor da atualidade.


Ah, a casa nas cercanias de Modena foi alugada alguns meses atrás. Alonso vai morar perto da fábrica."


terça-feira, 29 de setembro de 2009

VOCÊ SABE POR QUE "SPAM"?

Os provedores tem enviado para a caixa de SPAM diversas mensagens de todos nós diariamente. Mas, o que é um Spam? Mensagem eletrônica geralmente enviada, indiscriminadamente, a milhares de pessoas, de forma invasiva, intrusiva e abusiva sem que os destinatários a tenham solicitado.
Este quadro de 1970 mostra porque é atribuída a origem do uso do termo SPAM para algo indesejado que tentam empurrar para você de qualquer jeito. Cores e nitidez restauradas em janeiro de 2007.
Foi da constante repetição da palavra "spam" num sketch do grupo humorístico inglês Monty Python que se originou o seu significado associado às irritantes mensagens não solicitadas enviadas pela Internet a fora. Veja a trilha sonora do The Monty Python Spam Sketch.





VOCÊ SABE POR QUE "SPAM"?

Os provedores tem enviado para a caixa de SPAM diversas mensagens de todos nós diariamente. Mas, o que é um Spam? Mensagem eletrônica geralmente enviada, indiscriminadamente, a milhares de pessoas, de forma invasiva, intrusiva e abusiva sem que os destinatários a tenham solicitado.
Este quadro de 1970 mostra porque é atribuída a origem do uso do termo SPAM para algo indesejado que tentam empurrar para você de qualquer jeito. Cores e nitidez restauradas em janeiro de 2007.
Foi da constante repetição da palavra "spam" num sketch do grupo humorístico inglês Monty Python que se originou o seu significado associado às irritantes mensagens não solicitadas enviadas pela Internet a fora. Veja a trilha sonora do The Monty Python Spam Sketch.





VOCÊ SABE POR QUE "SPAM"?

Os provedores tem enviado para a caixa de SPAM diversas mensagens de todos nós diariamente. Mas, o que é um Spam? Mensagem eletrônica geralmente enviada, indiscriminadamente, a milhares de pessoas, de forma invasiva, intrusiva e abusiva sem que os destinatários a tenham solicitado.
Este quadro de 1970 mostra porque é atribuída a origem do uso do termo SPAM para algo indesejado que tentam empurrar para você de qualquer jeito. Cores e nitidez restauradas em janeiro de 2007.
Foi da constante repetição da palavra "spam" num sketch do grupo humorístico inglês Monty Python que se originou o seu significado associado às irritantes mensagens não solicitadas enviadas pela Internet a fora. Veja a trilha sonora do The Monty Python Spam Sketch.





VOCÊ SABE POR QUE "SPAM"?

Os provedores tem enviado para a caixa de SPAM diversas mensagens de todos nós diariamente. Mas, o que é um Spam? Mensagem eletrônica geralmente enviada, indiscriminadamente, a milhares de pessoas, de forma invasiva, intrusiva e abusiva sem que os destinatários a tenham solicitado.
Este quadro de 1970 mostra porque é atribuída a origem do uso do termo SPAM para algo indesejado que tentam empurrar para você de qualquer jeito. Cores e nitidez restauradas em janeiro de 2007.
Foi da constante repetição da palavra "spam" num sketch do grupo humorístico inglês Monty Python que se originou o seu significado associado às irritantes mensagens não solicitadas enviadas pela Internet a fora. Veja a trilha sonora do The Monty Python Spam Sketch.





OMO

QUERO AVISAR
Esta postagem NÃO é publicitária.
É apenas uma curiosidade.
Eu não sei se alguém de vocês já se perguntou isso, mas sempre que eu vou no mercado, costumo olhar para o sabão em pó OMO e fico me perguntando: Que diabos será que significa “OMO”?




Durante algum tempo, eu pensei que Omo fosse as iniciais do cara que inventou o sabão. Então, resolvi pesquisar a origem do nome do sabão em pó. Segundo a Wikipedia, a marca Omo é o sabão em pó mais antigo do Brasil. A wikipedia está errada. O primeiro sabão em pó nacional foi o sabão Rinso, que anunciava na Tv no ano de 1953. Só que nesta época, no Brasil, quase ninguém tinha maquina de lavar. O Rinso não pegou. O tal Omo só veio desembarcar aqui trazido pela Unilever quatro anos depois. O sabão em pó Omo já existia na Inglaterra desde 1940.
.

E finalmente, descobri o que quer dizer Omo: O OMO era conhecido como a “Velha Mamãe Coruja”, originalmente existia uma coruja em sua embalagem. Assim, OMO quer dizer “Old Mother Owl”.
Havia uma cabeça de coruja em sua embalagem original, sendo cada “O” um olho e o “M” central formava um tipo de bico estilizado.
Em busca de mais dados sobre o sabão em pó, eu descobri um sensacional trabalho sobre a identidade feminina estudada através das publicidades do sabão em pó. Deste rico material, eu consegui obter mais dados sobre o Omo e como ele conseguiu a façanha de ser o produto mais lembrado do Brasil. A pesquisa Top of Mind, realizada anualmente pelo jornal Folha de S.Paulo, consagrou Omo como a marca mais lembrada em seu segmento e em todas as categorias de produto, desde 1991. O Omo responde por cerca de 50% do mercado brasileiro de sabão em pó, estando presente em cerca de 32 milhões de domicílios no país que consomem mais de 365 milhões de embalagens. É interessante notar que a cor azul de OMO é uma referência direta ao azul do anil. Ocorre que antes da maquina de lavar, a mulher era obrigada a usar diferentes meios para clareara as roupas. O anil era um dos produtos mais vendidos para a operação de lavagem de roupas. Vendo que não seria fácil atingir este mercado, o Omo adaptou sua programação visual para ser mais facilmente aceito.
O texto mostra que os sabões em pó ao desembarcarem no Brasil encontraram grande dificuldade de “pegarem”, porque o consumidor, 99,9999999% mulheres, tinham nos anos 40, 50 até meados dos 60 uma idéia arraigada que sua função feminina era a de (a mulher ainda não participava ativamente do trabalho fora de casa) cuidar com carinho do lar. Assim, as mulheres daquela época se orgulhavam do que faziam. Lavar roupa era uma tarefa extenuante. Um único lençol molhado pesa 50 kg! Havia ainda uma cultura amplamente utilizada, talvez uma herança portuguesa de que as mulheres reinariam absolutas na cozinha e área de serviço.  Quando uma máquina foi proposta para substituir-lhes esta tarefa, muitas mulheres recusaram-se peremptoriamente a aceitar a novidade, porque ela simplesmente destituía a mulher de sua única função clássica na casa. A maquina era vendida como um conforto moderno, mas operava no plano simbólico como uma ameaça grave a identidade e imaginário do papel feminino na família. O sabão Omo deslanchou de vez pegando uma carona no milagre econômico do pós guerra. O Omo não entrou em conflito com a estrutura imagética feminina vigente. Ao contrário, propôs um papel feminino alternativo como uma solução de modernidade, que em ressonância com a mudança cultural profunda e multi segmentar da sociedade moderna, funcionou como reflexo do que se esperava desta nova mulher. Estudar, trabalhar, ir a luta. Mas sem esquecer que o sabão em pó e a lavagem de roupas é sua função primordial. Para escapar ileso aos aspectos machistas da proposta, o Omo passou a adotar crianças em seus comerciais, explorando o viés emocional, ligando a preocupação da mulher moderna com sua família e estendendo-o ao cuidado com suas roupas.
A marca vende 1 milhão de embalagens de OMO por dia no Brasil e comercializa seus produtos em mais 28 países ao redor do mundo, com forte presença na Europa, América Latina e Ásia. O OMO é uma das marcas mais rentáveis e fortes da Unilever, faturando anualmente mais de US$ 2.5 bilhões.
Nada mal para uma velha mamãe coruja.




OMO

QUERO AVISAR
Esta postagem NÃO é publicitária.
É apenas uma curiosidade.
Eu não sei se alguém de vocês já se perguntou isso, mas sempre que eu vou no mercado, costumo olhar para o sabão em pó OMO e fico me perguntando: Que diabos será que significa “OMO”?




Durante algum tempo, eu pensei que Omo fosse as iniciais do cara que inventou o sabão. Então, resolvi pesquisar a origem do nome do sabão em pó. Segundo a Wikipedia, a marca Omo é o sabão em pó mais antigo do Brasil. A wikipedia está errada. O primeiro sabão em pó nacional foi o sabão Rinso, que anunciava na Tv no ano de 1953. Só que nesta época, no Brasil, quase ninguém tinha maquina de lavar. O Rinso não pegou. O tal Omo só veio desembarcar aqui trazido pela Unilever quatro anos depois. O sabão em pó Omo já existia na Inglaterra desde 1940.
.

E finalmente, descobri o que quer dizer Omo: O OMO era conhecido como a “Velha Mamãe Coruja”, originalmente existia uma coruja em sua embalagem. Assim, OMO quer dizer “Old Mother Owl”.
Havia uma cabeça de coruja em sua embalagem original, sendo cada “O” um olho e o “M” central formava um tipo de bico estilizado.
Em busca de mais dados sobre o sabão em pó, eu descobri um sensacional trabalho sobre a identidade feminina estudada através das publicidades do sabão em pó. Deste rico material, eu consegui obter mais dados sobre o Omo e como ele conseguiu a façanha de ser o produto mais lembrado do Brasil. A pesquisa Top of Mind, realizada anualmente pelo jornal Folha de S.Paulo, consagrou Omo como a marca mais lembrada em seu segmento e em todas as categorias de produto, desde 1991. O Omo responde por cerca de 50% do mercado brasileiro de sabão em pó, estando presente em cerca de 32 milhões de domicílios no país que consomem mais de 365 milhões de embalagens. É interessante notar que a cor azul de OMO é uma referência direta ao azul do anil. Ocorre que antes da maquina de lavar, a mulher era obrigada a usar diferentes meios para clareara as roupas. O anil era um dos produtos mais vendidos para a operação de lavagem de roupas. Vendo que não seria fácil atingir este mercado, o Omo adaptou sua programação visual para ser mais facilmente aceito.
O texto mostra que os sabões em pó ao desembarcarem no Brasil encontraram grande dificuldade de “pegarem”, porque o consumidor, 99,9999999% mulheres, tinham nos anos 40, 50 até meados dos 60 uma idéia arraigada que sua função feminina era a de (a mulher ainda não participava ativamente do trabalho fora de casa) cuidar com carinho do lar. Assim, as mulheres daquela época se orgulhavam do que faziam. Lavar roupa era uma tarefa extenuante. Um único lençol molhado pesa 50 kg! Havia ainda uma cultura amplamente utilizada, talvez uma herança portuguesa de que as mulheres reinariam absolutas na cozinha e área de serviço.  Quando uma máquina foi proposta para substituir-lhes esta tarefa, muitas mulheres recusaram-se peremptoriamente a aceitar a novidade, porque ela simplesmente destituía a mulher de sua única função clássica na casa. A maquina era vendida como um conforto moderno, mas operava no plano simbólico como uma ameaça grave a identidade e imaginário do papel feminino na família. O sabão Omo deslanchou de vez pegando uma carona no milagre econômico do pós guerra. O Omo não entrou em conflito com a estrutura imagética feminina vigente. Ao contrário, propôs um papel feminino alternativo como uma solução de modernidade, que em ressonância com a mudança cultural profunda e multi segmentar da sociedade moderna, funcionou como reflexo do que se esperava desta nova mulher. Estudar, trabalhar, ir a luta. Mas sem esquecer que o sabão em pó e a lavagem de roupas é sua função primordial. Para escapar ileso aos aspectos machistas da proposta, o Omo passou a adotar crianças em seus comerciais, explorando o viés emocional, ligando a preocupação da mulher moderna com sua família e estendendo-o ao cuidado com suas roupas.
A marca vende 1 milhão de embalagens de OMO por dia no Brasil e comercializa seus produtos em mais 28 países ao redor do mundo, com forte presença na Europa, América Latina e Ásia. O OMO é uma das marcas mais rentáveis e fortes da Unilever, faturando anualmente mais de US$ 2.5 bilhões.
Nada mal para uma velha mamãe coruja.




OMO

QUERO AVISAR
Esta postagem NÃO é publicitária.
É apenas uma curiosidade.
Eu não sei se alguém de vocês já se perguntou isso, mas sempre que eu vou no mercado, costumo olhar para o sabão em pó OMO e fico me perguntando: Que diabos será que significa “OMO”?




Durante algum tempo, eu pensei que Omo fosse as iniciais do cara que inventou o sabão. Então, resolvi pesquisar a origem do nome do sabão em pó. Segundo a Wikipedia, a marca Omo é o sabão em pó mais antigo do Brasil. A wikipedia está errada. O primeiro sabão em pó nacional foi o sabão Rinso, que anunciava na Tv no ano de 1953. Só que nesta época, no Brasil, quase ninguém tinha maquina de lavar. O Rinso não pegou. O tal Omo só veio desembarcar aqui trazido pela Unilever quatro anos depois. O sabão em pó Omo já existia na Inglaterra desde 1940.
.

E finalmente, descobri o que quer dizer Omo: O OMO era conhecido como a “Velha Mamãe Coruja”, originalmente existia uma coruja em sua embalagem. Assim, OMO quer dizer “Old Mother Owl”.
Havia uma cabeça de coruja em sua embalagem original, sendo cada “O” um olho e o “M” central formava um tipo de bico estilizado.
Em busca de mais dados sobre o sabão em pó, eu descobri um sensacional trabalho sobre a identidade feminina estudada através das publicidades do sabão em pó. Deste rico material, eu consegui obter mais dados sobre o Omo e como ele conseguiu a façanha de ser o produto mais lembrado do Brasil. A pesquisa Top of Mind, realizada anualmente pelo jornal Folha de S.Paulo, consagrou Omo como a marca mais lembrada em seu segmento e em todas as categorias de produto, desde 1991. O Omo responde por cerca de 50% do mercado brasileiro de sabão em pó, estando presente em cerca de 32 milhões de domicílios no país que consomem mais de 365 milhões de embalagens. É interessante notar que a cor azul de OMO é uma referência direta ao azul do anil. Ocorre que antes da maquina de lavar, a mulher era obrigada a usar diferentes meios para clareara as roupas. O anil era um dos produtos mais vendidos para a operação de lavagem de roupas. Vendo que não seria fácil atingir este mercado, o Omo adaptou sua programação visual para ser mais facilmente aceito.
O texto mostra que os sabões em pó ao desembarcarem no Brasil encontraram grande dificuldade de “pegarem”, porque o consumidor, 99,9999999% mulheres, tinham nos anos 40, 50 até meados dos 60 uma idéia arraigada que sua função feminina era a de (a mulher ainda não participava ativamente do trabalho fora de casa) cuidar com carinho do lar. Assim, as mulheres daquela época se orgulhavam do que faziam. Lavar roupa era uma tarefa extenuante. Um único lençol molhado pesa 50 kg! Havia ainda uma cultura amplamente utilizada, talvez uma herança portuguesa de que as mulheres reinariam absolutas na cozinha e área de serviço.  Quando uma máquina foi proposta para substituir-lhes esta tarefa, muitas mulheres recusaram-se peremptoriamente a aceitar a novidade, porque ela simplesmente destituía a mulher de sua única função clássica na casa. A maquina era vendida como um conforto moderno, mas operava no plano simbólico como uma ameaça grave a identidade e imaginário do papel feminino na família. O sabão Omo deslanchou de vez pegando uma carona no milagre econômico do pós guerra. O Omo não entrou em conflito com a estrutura imagética feminina vigente. Ao contrário, propôs um papel feminino alternativo como uma solução de modernidade, que em ressonância com a mudança cultural profunda e multi segmentar da sociedade moderna, funcionou como reflexo do que se esperava desta nova mulher. Estudar, trabalhar, ir a luta. Mas sem esquecer que o sabão em pó e a lavagem de roupas é sua função primordial. Para escapar ileso aos aspectos machistas da proposta, o Omo passou a adotar crianças em seus comerciais, explorando o viés emocional, ligando a preocupação da mulher moderna com sua família e estendendo-o ao cuidado com suas roupas.
A marca vende 1 milhão de embalagens de OMO por dia no Brasil e comercializa seus produtos em mais 28 países ao redor do mundo, com forte presença na Europa, América Latina e Ásia. O OMO é uma das marcas mais rentáveis e fortes da Unilever, faturando anualmente mais de US$ 2.5 bilhões.
Nada mal para uma velha mamãe coruja.




OMO

QUERO AVISAR
Esta postagem NÃO é publicitária.
É apenas uma curiosidade.
Eu não sei se alguém de vocês já se perguntou isso, mas sempre que eu vou no mercado, costumo olhar para o sabão em pó OMO e fico me perguntando: Que diabos será que significa “OMO”?




Durante algum tempo, eu pensei que Omo fosse as iniciais do cara que inventou o sabão. Então, resolvi pesquisar a origem do nome do sabão em pó. Segundo a Wikipedia, a marca Omo é o sabão em pó mais antigo do Brasil. A wikipedia está errada. O primeiro sabão em pó nacional foi o sabão Rinso, que anunciava na Tv no ano de 1953. Só que nesta época, no Brasil, quase ninguém tinha maquina de lavar. O Rinso não pegou. O tal Omo só veio desembarcar aqui trazido pela Unilever quatro anos depois. O sabão em pó Omo já existia na Inglaterra desde 1940.
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E finalmente, descobri o que quer dizer Omo: O OMO era conhecido como a “Velha Mamãe Coruja”, originalmente existia uma coruja em sua embalagem. Assim, OMO quer dizer “Old Mother Owl”.
Havia uma cabeça de coruja em sua embalagem original, sendo cada “O” um olho e o “M” central formava um tipo de bico estilizado.
Em busca de mais dados sobre o sabão em pó, eu descobri um sensacional trabalho sobre a identidade feminina estudada através das publicidades do sabão em pó. Deste rico material, eu consegui obter mais dados sobre o Omo e como ele conseguiu a façanha de ser o produto mais lembrado do Brasil. A pesquisa Top of Mind, realizada anualmente pelo jornal Folha de S.Paulo, consagrou Omo como a marca mais lembrada em seu segmento e em todas as categorias de produto, desde 1991. O Omo responde por cerca de 50% do mercado brasileiro de sabão em pó, estando presente em cerca de 32 milhões de domicílios no país que consomem mais de 365 milhões de embalagens. É interessante notar que a cor azul de OMO é uma referência direta ao azul do anil. Ocorre que antes da maquina de lavar, a mulher era obrigada a usar diferentes meios para clareara as roupas. O anil era um dos produtos mais vendidos para a operação de lavagem de roupas. Vendo que não seria fácil atingir este mercado, o Omo adaptou sua programação visual para ser mais facilmente aceito.
O texto mostra que os sabões em pó ao desembarcarem no Brasil encontraram grande dificuldade de “pegarem”, porque o consumidor, 99,9999999% mulheres, tinham nos anos 40, 50 até meados dos 60 uma idéia arraigada que sua função feminina era a de (a mulher ainda não participava ativamente do trabalho fora de casa) cuidar com carinho do lar. Assim, as mulheres daquela época se orgulhavam do que faziam. Lavar roupa era uma tarefa extenuante. Um único lençol molhado pesa 50 kg! Havia ainda uma cultura amplamente utilizada, talvez uma herança portuguesa de que as mulheres reinariam absolutas na cozinha e área de serviço.  Quando uma máquina foi proposta para substituir-lhes esta tarefa, muitas mulheres recusaram-se peremptoriamente a aceitar a novidade, porque ela simplesmente destituía a mulher de sua única função clássica na casa. A maquina era vendida como um conforto moderno, mas operava no plano simbólico como uma ameaça grave a identidade e imaginário do papel feminino na família. O sabão Omo deslanchou de vez pegando uma carona no milagre econômico do pós guerra. O Omo não entrou em conflito com a estrutura imagética feminina vigente. Ao contrário, propôs um papel feminino alternativo como uma solução de modernidade, que em ressonância com a mudança cultural profunda e multi segmentar da sociedade moderna, funcionou como reflexo do que se esperava desta nova mulher. Estudar, trabalhar, ir a luta. Mas sem esquecer que o sabão em pó e a lavagem de roupas é sua função primordial. Para escapar ileso aos aspectos machistas da proposta, o Omo passou a adotar crianças em seus comerciais, explorando o viés emocional, ligando a preocupação da mulher moderna com sua família e estendendo-o ao cuidado com suas roupas.
A marca vende 1 milhão de embalagens de OMO por dia no Brasil e comercializa seus produtos em mais 28 países ao redor do mundo, com forte presença na Europa, América Latina e Ásia. O OMO é uma das marcas mais rentáveis e fortes da Unilever, faturando anualmente mais de US$ 2.5 bilhões.
Nada mal para uma velha mamãe coruja.




INTRODUÇÃO DO HINO NACIONAL

VOCÊ SABIA QUE O HINO NACIONAL BRASILEIRO, TEM UM VERSO NA PARTE INSTRUMENTAL DA INTRODUÇÃO?
 
Veja esse vídeo onde, Ana Arcanjo nascida em Santos-SP, que foi membro da Cruz Vermelha durante a Revolução Constitucionalista de 1932, nos ensina a desconhecida introdução do Hino Nacional.
 
 

O Hino Nacional Brasileiro tem letra de Joaquim Osório Duque Estrada (1870 - 1927) e música de Francisco Manuel da Silva (1795 - 1865). Foi oficializado pela lei nº 5.700, de 1 de setembro de 1971, publicada no Diário Oficial (suplemento) de 2 de setembro de 1971. Hino executado em continência à Bandeira Nacional e ao presidente da República, ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal, assim como em outros casos determinados pelos regulamentos de continência ou cortesia internacional. Sua execução é permitida ainda na abertura de sessões cívicas, nas cerimônias religiosas de caráter patriótico e antes de eventos esportivos internacionais. A música do hino é de Francisco Manuel da Silva e foi inicialmente composta para banda. Em 1831, tornou-se popular com versos que comemoravam a abdicação de Dom Pedro I. Posteriormente, à época da coroação de Dom Pedro II, sua letra foi trocada e a composição, devido a sua popularidade, passou a ser considerada como o hino nacional brasileiro, embora não tenha sido oficializada como tal. Após a proclamação da República os governantes abriram um concurso para a oficialização de um novo hino, ganho por Leopoldo Miguez. Entretanto, com as manifestações populares contrárias à adoção do novo hino, o presidente da República, Deodoro da Fonseca, oficializou como Hino Nacional Brasileiro a composição de Francisco Manuel da Silva, estabelecendo que a composição de Leopoldo Miguez seria o Hino da Proclamação da República. Durante o centenário da Proclamação da Independência, em 1922, finalmente a letra escrita pelo poeta e jornalista Joaquim Osório Duque Estrada tornou-se oficial. A orquestração do hino é de Antônio Assis Republicano e sua instrumentação para banda é do tenente Antônio Pinto Júnior. A adaptação vocal foi feita por Alberto Nepomuceno e é proibida a execução de quaisquer outros arranjos vocais ou artístico-instrumentais do hino.


Introdução do Hino Nacional Brasileiro

 

A parte instrumental da introdução do Hino Nacional Brasileiro possuía uma letra, que acabou excluída da sua versão oficial do hino. Essa letra é atribuída a Américo de Moura, natural de Pindamonhangaba, presidente da província do Rio de Janeiro nos anos de 1879 e 1880 e apresenta os seguintes versos:

Espera o Brasil

Que todos cumprais

Com o vosso dever.

Eia avante, brasileiros,

Sempre avante!

Gravai o buril

Nos pátrios anais

Do vosso poder.

Eia avante, brasileiros,

Sempre avante!

Servi o Brasil

Sem esmorecer,

Com ânimo audaz

Cumpri o dever,

Na guerra e na paz,

À sombra da lei,

À brisa gentil

O lábaro erguei

Do belo Brasil.

Eia sus, oh sus!


Vanusa (Vanusa Santos Flores), 22/9/1947 Cruzeiro, SP.
 
Cantora. Compositora. Apesar de nascida no Estado de São Paulo, foi criada nas cidades mineiras de Uberaba e Frutal. Aprendeu violão muito jovem e com 16 anos passou a atuar como cantora do conjunto de rock-baile Golden Lions. Numa de suas apresentações foi ouvida por Sidney Carvalho, então na agência de propaganda Prosperi, Magaldi & Maia, que a convidou para ir a São Paulo. Foi casada com o cantor Antônio Marcos, com o qual teve uma filha. E também com o ator e diretor de tevê Augusto César Vanuci, com quem teve outro filho. Iniciou a carreira em 1966, nos últimos tempos da Jovem Guarda, apresentando-se na TV Excelsior, concorrente da TV Record, que apresentava o programa Jovem Guarda, chegando a participar do famoso programa vesperal, apenas em suas duas últimas edições. Em 1966, estreou na televisão apresentando-se no programa de Eduardo Araújo, o Bom, na extinta TV Excelsior de São Paulo. Ainda no mesmo ano, foi contratada pela RCA Victor e fez sucesso com a canção “Pra nunca mais chorar”, de Eduardo Araújo e Carlos Imperial. Foi justamente esse suceso que a introduziu no ambiente do programa da Record. Logo depois, passou a atuar com Renato Aragão e Wanderley Cardoso no programa Adoráveis Trapalhões, da TV Record de São Paulo. Em 1968, gravou seu primeiro LP, na RCA Victor, no qual estreou também como compositora, com as músicas “Mundo colorido” e “Perdoa”, além de “Eu não quis magoar você”, esta em parceria com David Miranda.
 
 
 

 
Natalie Gilbert, uma menina de 13 anos, ganhou um prêmio e foi cantar o hino dos Estados Unidos na abertura de uma jogo de basquete da NBA, com 20 mil pessoas no estádio. Foi quando o braço dela tremeu, a voz engasgou, e o nervosismo tomou conta.... esqueceu a letra... DEU BRANCO! Apenas 13 anos, sozinha, ali no meio da multidão...O PÚBLICO ESTUPEFATO ameaça uma VAIA...De repente, o técnico de um dos times aparece ao seu lado e começa a cantar, incentivando-a, trazendo-lhe forças e ânimo para continuar. Linda cena!
 
 
 

 
 
 
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INTRODUÇÃO DO HINO NACIONAL

VOCÊ SABIA QUE O HINO NACIONAL BRASILEIRO, TEM UM VERSO NA PARTE INSTRUMENTAL DA INTRODUÇÃO?
 
Veja esse vídeo onde, Ana Arcanjo nascida em Santos-SP, que foi membro da Cruz Vermelha durante a Revolução Constitucionalista de 1932, nos ensina a desconhecida introdução do Hino Nacional.
 
 

O Hino Nacional Brasileiro tem letra de Joaquim Osório Duque Estrada (1870 - 1927) e música de Francisco Manuel da Silva (1795 - 1865). Foi oficializado pela lei nº 5.700, de 1 de setembro de 1971, publicada no Diário Oficial (suplemento) de 2 de setembro de 1971. Hino executado em continência à Bandeira Nacional e ao presidente da República, ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal, assim como em outros casos determinados pelos regulamentos de continência ou cortesia internacional. Sua execução é permitida ainda na abertura de sessões cívicas, nas cerimônias religiosas de caráter patriótico e antes de eventos esportivos internacionais. A música do hino é de Francisco Manuel da Silva e foi inicialmente composta para banda. Em 1831, tornou-se popular com versos que comemoravam a abdicação de Dom Pedro I. Posteriormente, à época da coroação de Dom Pedro II, sua letra foi trocada e a composição, devido a sua popularidade, passou a ser considerada como o hino nacional brasileiro, embora não tenha sido oficializada como tal. Após a proclamação da República os governantes abriram um concurso para a oficialização de um novo hino, ganho por Leopoldo Miguez. Entretanto, com as manifestações populares contrárias à adoção do novo hino, o presidente da República, Deodoro da Fonseca, oficializou como Hino Nacional Brasileiro a composição de Francisco Manuel da Silva, estabelecendo que a composição de Leopoldo Miguez seria o Hino da Proclamação da República. Durante o centenário da Proclamação da Independência, em 1922, finalmente a letra escrita pelo poeta e jornalista Joaquim Osório Duque Estrada tornou-se oficial. A orquestração do hino é de Antônio Assis Republicano e sua instrumentação para banda é do tenente Antônio Pinto Júnior. A adaptação vocal foi feita por Alberto Nepomuceno e é proibida a execução de quaisquer outros arranjos vocais ou artístico-instrumentais do hino.


Introdução do Hino Nacional Brasileiro

 

A parte instrumental da introdução do Hino Nacional Brasileiro possuía uma letra, que acabou excluída da sua versão oficial do hino. Essa letra é atribuída a Américo de Moura, natural de Pindamonhangaba, presidente da província do Rio de Janeiro nos anos de 1879 e 1880 e apresenta os seguintes versos:

Espera o Brasil

Que todos cumprais

Com o vosso dever.

Eia avante, brasileiros,

Sempre avante!

Gravai o buril

Nos pátrios anais

Do vosso poder.

Eia avante, brasileiros,

Sempre avante!

Servi o Brasil

Sem esmorecer,

Com ânimo audaz

Cumpri o dever,

Na guerra e na paz,

À sombra da lei,

À brisa gentil

O lábaro erguei

Do belo Brasil.

Eia sus, oh sus!


Vanusa (Vanusa Santos Flores), 22/9/1947 Cruzeiro, SP.
 
Cantora. Compositora. Apesar de nascida no Estado de São Paulo, foi criada nas cidades mineiras de Uberaba e Frutal. Aprendeu violão muito jovem e com 16 anos passou a atuar como cantora do conjunto de rock-baile Golden Lions. Numa de suas apresentações foi ouvida por Sidney Carvalho, então na agência de propaganda Prosperi, Magaldi & Maia, que a convidou para ir a São Paulo. Foi casada com o cantor Antônio Marcos, com o qual teve uma filha. E também com o ator e diretor de tevê Augusto César Vanuci, com quem teve outro filho. Iniciou a carreira em 1966, nos últimos tempos da Jovem Guarda, apresentando-se na TV Excelsior, concorrente da TV Record, que apresentava o programa Jovem Guarda, chegando a participar do famoso programa vesperal, apenas em suas duas últimas edições. Em 1966, estreou na televisão apresentando-se no programa de Eduardo Araújo, o Bom, na extinta TV Excelsior de São Paulo. Ainda no mesmo ano, foi contratada pela RCA Victor e fez sucesso com a canção “Pra nunca mais chorar”, de Eduardo Araújo e Carlos Imperial. Foi justamente esse suceso que a introduziu no ambiente do programa da Record. Logo depois, passou a atuar com Renato Aragão e Wanderley Cardoso no programa Adoráveis Trapalhões, da TV Record de São Paulo. Em 1968, gravou seu primeiro LP, na RCA Victor, no qual estreou também como compositora, com as músicas “Mundo colorido” e “Perdoa”, além de “Eu não quis magoar você”, esta em parceria com David Miranda.
 
 
 

 
Natalie Gilbert, uma menina de 13 anos, ganhou um prêmio e foi cantar o hino dos Estados Unidos na abertura de uma jogo de basquete da NBA, com 20 mil pessoas no estádio. Foi quando o braço dela tremeu, a voz engasgou, e o nervosismo tomou conta.... esqueceu a letra... DEU BRANCO! Apenas 13 anos, sozinha, ali no meio da multidão...O PÚBLICO ESTUPEFATO ameaça uma VAIA...De repente, o técnico de um dos times aparece ao seu lado e começa a cantar, incentivando-a, trazendo-lhe forças e ânimo para continuar. Linda cena!
 
 
 

 
 
 
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VOCÊ SABIA QUE O HINO NACIONAL BRASILEIRO, TEM UM VERSO NA PARTE INSTRUMENTAL DA INTRODUÇÃO?
 
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O Hino Nacional Brasileiro tem letra de Joaquim Osório Duque Estrada (1870 - 1927) e música de Francisco Manuel da Silva (1795 - 1865). Foi oficializado pela lei nº 5.700, de 1 de setembro de 1971, publicada no Diário Oficial (suplemento) de 2 de setembro de 1971. Hino executado em continência à Bandeira Nacional e ao presidente da República, ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal, assim como em outros casos determinados pelos regulamentos de continência ou cortesia internacional. Sua execução é permitida ainda na abertura de sessões cívicas, nas cerimônias religiosas de caráter patriótico e antes de eventos esportivos internacionais. A música do hino é de Francisco Manuel da Silva e foi inicialmente composta para banda. Em 1831, tornou-se popular com versos que comemoravam a abdicação de Dom Pedro I. Posteriormente, à época da coroação de Dom Pedro II, sua letra foi trocada e a composição, devido a sua popularidade, passou a ser considerada como o hino nacional brasileiro, embora não tenha sido oficializada como tal. Após a proclamação da República os governantes abriram um concurso para a oficialização de um novo hino, ganho por Leopoldo Miguez. Entretanto, com as manifestações populares contrárias à adoção do novo hino, o presidente da República, Deodoro da Fonseca, oficializou como Hino Nacional Brasileiro a composição de Francisco Manuel da Silva, estabelecendo que a composição de Leopoldo Miguez seria o Hino da Proclamação da República. Durante o centenário da Proclamação da Independência, em 1922, finalmente a letra escrita pelo poeta e jornalista Joaquim Osório Duque Estrada tornou-se oficial. A orquestração do hino é de Antônio Assis Republicano e sua instrumentação para banda é do tenente Antônio Pinto Júnior. A adaptação vocal foi feita por Alberto Nepomuceno e é proibida a execução de quaisquer outros arranjos vocais ou artístico-instrumentais do hino.


Introdução do Hino Nacional Brasileiro

 

A parte instrumental da introdução do Hino Nacional Brasileiro possuía uma letra, que acabou excluída da sua versão oficial do hino. Essa letra é atribuída a Américo de Moura, natural de Pindamonhangaba, presidente da província do Rio de Janeiro nos anos de 1879 e 1880 e apresenta os seguintes versos:

Espera o Brasil

Que todos cumprais

Com o vosso dever.

Eia avante, brasileiros,

Sempre avante!

Gravai o buril

Nos pátrios anais

Do vosso poder.

Eia avante, brasileiros,

Sempre avante!

Servi o Brasil

Sem esmorecer,

Com ânimo audaz

Cumpri o dever,

Na guerra e na paz,

À sombra da lei,

À brisa gentil

O lábaro erguei

Do belo Brasil.

Eia sus, oh sus!


Vanusa (Vanusa Santos Flores), 22/9/1947 Cruzeiro, SP.
 
Cantora. Compositora. Apesar de nascida no Estado de São Paulo, foi criada nas cidades mineiras de Uberaba e Frutal. Aprendeu violão muito jovem e com 16 anos passou a atuar como cantora do conjunto de rock-baile Golden Lions. Numa de suas apresentações foi ouvida por Sidney Carvalho, então na agência de propaganda Prosperi, Magaldi & Maia, que a convidou para ir a São Paulo. Foi casada com o cantor Antônio Marcos, com o qual teve uma filha. E também com o ator e diretor de tevê Augusto César Vanuci, com quem teve outro filho. Iniciou a carreira em 1966, nos últimos tempos da Jovem Guarda, apresentando-se na TV Excelsior, concorrente da TV Record, que apresentava o programa Jovem Guarda, chegando a participar do famoso programa vesperal, apenas em suas duas últimas edições. Em 1966, estreou na televisão apresentando-se no programa de Eduardo Araújo, o Bom, na extinta TV Excelsior de São Paulo. Ainda no mesmo ano, foi contratada pela RCA Victor e fez sucesso com a canção “Pra nunca mais chorar”, de Eduardo Araújo e Carlos Imperial. Foi justamente esse suceso que a introduziu no ambiente do programa da Record. Logo depois, passou a atuar com Renato Aragão e Wanderley Cardoso no programa Adoráveis Trapalhões, da TV Record de São Paulo. Em 1968, gravou seu primeiro LP, na RCA Victor, no qual estreou também como compositora, com as músicas “Mundo colorido” e “Perdoa”, além de “Eu não quis magoar você”, esta em parceria com David Miranda.
 
 
 

 
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A parte instrumental da introdução do Hino Nacional Brasileiro possuía uma letra, que acabou excluída da sua versão oficial do hino. Essa letra é atribuída a Américo de Moura, natural de Pindamonhangaba, presidente da província do Rio de Janeiro nos anos de 1879 e 1880 e apresenta os seguintes versos:

Espera o Brasil

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